quarta-feira, 11 de maio de 2016

MEDITAÇÃO "PREOCUPAÇÃO"

"O MACHADO"

Certa vez um trabalhador feliz, um homem de família.
Estava ele em seu local de trabalho, cortando madeira quando de repente seu MACHADO cai na água. Vem o desespero, pois aquela ferramenta era emprestada.
Um simples machado, porque esse homem não tirou o dinheiro do bolso e pensou consigo mesmo: Posso comprar um novo e devolver.
Bem, não sei o que se passava na cabeça desse senhor, talvez nem dinheiro tivesse e provavelmente ao pedir essa ferramenta emprestado o dono passou varias recomendações tipo: “Amigo, cuide bem do meu machado, pois é uma herança do meu avô, ou, talvez dissesse: tenha muito cuidado, pois essa é minha ferramenta de trabalho”.
O MACHADO, tão importante na aquela época e hoje? Em que damos o valor? Nas coisas materiais ou nas pessoas? Pense!
Mais a história desse MACHADO não termina aqui, pois mesmo nas coisas pequeninas na vida a um Deus que cuida de todas elas, porém o maior cuidado de DEUS é pelos seus filhos.
No livro de II Reis 3:6 Elizeu fez a seguinte pergunta: A onde caiu?
Nesse pequenino verso encontrei a palavra “cair” isso mesmo, “caiu”.
Meus amigos termino esta meditação fazendo uma pequena reflexão sobre tudo isso e chego a seguinte conclusão:
Nessa vida em que todos nós vivemos temos que ter fé em Deus, isso é o ponto chave, porém muitos necessitam de alguém para nos motivar a exercer essa fé. Talvez a preocupação desse jovem chegou ao desespero, lembrou-se talvez das recomendações. Quantos de nós estamos passando por alguma preocupação, angustia, solidão em fim?
 Elizeu mostrou para aquele jovem que mesmo diante das dificuldades Deus esta no controle de tudo e com um simples gesto de amor e humildade o homem de Deus o ajudou.

Por JOSHUA SOARES.

As dispensações da Bíblia


Postado por Bíblia e a Ciência às 19:46


Quais são as dispensações que Deus nos concedeu? Estamos sob a dispensação da graça?

Alberto R. Timm

 Muita especulação tem havido sobre o número e a natureza das dispensações ou sistemas de relacionamento entre Deus e a raça humana. A grande maioria dos “dispensacionalistas” contemporâneos alega (1) que a história bíblica está dividida em sete dispensações distintas; (2) que Deus possui ainda hoje propósitos salvíficos diferentes para Israel e para a Igreja; e (3) que vivemos hoje sob a “dispensação da graça”, enquanto os israelitas estiveram, do Sinai à morte de Cristo, sob a “dispensação da lei”.

Por mais atrativos que os diagramas dispensacionalistas possam parecer, eles carecem de fundamentação bíblica. A divisão da história da salvação em sete dispensações distintas, como proposta pelos dispensacionalistas, não deriva de uma exegese acurada dos textos bíblicos onde aparecem os termos gregos oikonomia(traduzido como “dispensação” em Ef 1:10; 3:2 e 9; Cl 1:25) ou aión (traduzido como “era[s]” em Lc 20:35; Jd 25), e nem sempre é sugerida pelo consenso geral das Escrituras. Tal divisão não passa, portanto, de um esquema artificial, arbitrariamente imposto às Escrituras, que acaba retalhando a unidade tipológica da Palavra de Deus.

A própria Bíblia divide a história humana em duas grandes dispensações, interligadas através de um relacionamento tipológico. A primeira delas é a dispensação do Antigo Testamento, que se estendeu da queda do homem à morte de Cristo; e a segunda é a presente dispensação do Novo Testamento, que iniciou com a morte de Cristo e prossegue até a Sua segunda vinda. A epístola aos Hebreus define o relacionamento tipológico existente entre ambas as dispensações ao mencionar que a primeira foi um tipo (“figura” ou “sombra”) da segunda; e que esta, por sua vez, é o antítipo (realidade ou concretização) da primeira (ver Hb 7:10).

Já a teoria dispensacionalista de uma permanente distinção entre Israel e a Igreja desconhece completamente o conceito neotestamentário de que em Cristo todas as distinções raciais e étnicas foram desfeitas. Paulo é claro em afirmar que em Cristo “não há distinção entre judeu e grego” (Rm 10:12), e que todos os que estão em Cristo são também “descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gl 3:26-29; ver Hb 11:8-16).

Sérias implicações teológicas estão associadas à falsa dicotomia dispensacionalista de que sob a antiga dispensação israelita “da lei” os pecadores eram salvos “pela lei” sem a graça, e que sob a presente dispensação cristã “da graça” as pessoas são salvas “pela graça” sem a lei. Se todos os seres humanos de todas as épocas são igualmente pecadores (Jr 13:23; Rm 3:23; Ef 2:1-3), como foi possível que alguns deles puderam ser salvos pelos seus próprios méritos de obediência à lei? Não teria Deus sido injusto para com as pessoas do Antigo Testamento, ao impor-lhes um plano de salvação legalista, bem mais severo do que o do Novo Testamento?

Uma análise detida do conceito bíblico de salvação revela o fato de que os pecadores foram, sob ambas as dispensações e em todos os tempos, sempre salvos pela graça (Sl 6:4; Is 55:1-4; Ef 2:8 e 9), justificados pela fé (Gn 15:6; Hb 2:4; Rm 5:1) e julgados pelas obras (Dt 28; Mt 5:16-21; 25:31-46; Ap 20:11-13). Isso significa, em primeiro lugar, que o Antigo Testamento não ensina um caminholegalista de salvação. É interessante notarmos que, mesmo no concerto do Sinai (ver Êx 19:24), Deus primeiro salvou o Seu povo da escravidão do Egito (Êx 20:1 e 2) para depois proclamar-lhe o Decálogo e exigir a obediência (Êx 20:3-17). Por semelhante modo, o Deuteronômio “não ensina”, de acordo com Gerhard von Rad, “um caminho legalista”, pois nele os imperativos da obediência requerida são sempre uma resposta de Israel aos indicativos da salvação anteriormente provida pelo Senhor. Além disso, todos os sacrifícios oferecidos sob a antiga dispensação prefiguravam em símbolos a suprema revelação da graça salvífica de Deus na morte de Cristo como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29).

Por outro lado, a nova dispensação não ensina um caminho antinomista (sem lei) de salvação. A falsa teoria de que a graça de transgressão da lei” (I Jo 3:4) e a lei fosse abolida, então não existiriam mais pecadores e, conseqüentemente, não haveria mais necessidade de salvação. Paulo refuta esta teoria ao afirmar que a fé não anula a lei moral (Rm 3:31; ver Mt 5:17 e 18), pois o problema do pecado não está na lei, que é santa, justa e boa (Rm 7:12), mas no próprio pecador que precisa ser regenerado pela graça de Deus (Rm 3:23). Aqueles que verdadeiramente aceitam o dom gratuito da salvação de Deus em Cristo passam da condenação da lei (Rm 8:1-4) para a conformidade com a lei (Hb 8:8-10).

Fonte: Sinais dos Tempos, outubro de 1997, p. 29 (usado com permissão)

quinta-feira, 5 de maio de 2016

ENGANOS SATÂNICOS NOS ÚLTIMOS DIAS

Sob o Disfarce do Cristianismo
Aproximamo-nos do fim da história terrestre, e Satanás está trabalhando como nunca antes. Ele está procurando atuar como dirigente do mundo cristão. Com uma intensidade que é incrível, está agindo com os seus enganosos prodígios. Satanás é representado andando em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar. Deseja envolver o mundo inteiro em sua confederação. Ocultando sua perversidade sob o disfarce do cristianismo, Ele assume os atributos de um cristão e alega ser o próprio Cristo. Manuscript Releases, vol. 8, pág. 346.
A Palavra de Deus declara que quando isso corresponder às intenções do inimigo, por meio de suas instrumentalidades ele manifestará tão grande poder, sob a aparência de cristianismo, que, "se possível fora, enganariam até os escolhidos". Mat. 24:24. Manuscrito 125, 1901.
Como os espíritos professarão fé na Escritura Sagrada, e demonstrarão respeito pelas instituições da igreja, sua obra será aceita como manifestação do poder divino. O Grande Conflito, pág. 588.
O mais forte baluarte do vício em nosso mundo não é a vida iníqua do pecador declarado ou do degradado proscrito; é a vida que parece virtuosa, honrada e nobre, mas em que se alimenta um pecado ou se acaricia um vício. ... Gênio, talento, simpatia, mesmo ações generosas e benévolas, podem assim tornar-se engodos de Satanás para levar almas ao precipício da ruína. Educação, pág. 150.
Até Mesmo na Igreja Adventista
Temos muito mais a temer de dentro do que de fora. Os obstáculos à força e ao êxito são muito maiores da parte da própria igreja do que do mundo. Os incrédulos têm direito de esperar que os que professam observar os mandamentos de Deus e ter a fé de Jesus, façam muito mais que qualquer outra classe para promover e honrar mediante sua vida coerente, seu exemplo piedoso, sua influência ativa, a causa que representam. Mas quantas vezes se têm os professos defensores verdade demonstrado o maior entrave ao seu progresso! A incredulidade com que se contemporiza, as dúvidas expressas, as sombras acariciadas, animam a presença dos anjos maus, e abrem o caminho para a execução dos ardis de Satanás. Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 122.
Espíritos de Mentira Contradizem as Escrituras
Os santos precisam alcançar completa compreensão da verdade presente, a qual serão obrigados a sustentar pelas Escrituras.
Precisam compreender o estado dos mortos; pois os espíritos de demônios lhes aparecerão, pretendendo ser amigos e parentes amados, os quais lhes declararão que o sábado foi mudado, bem como outras doutrinas não escriturísticas. Primeiros Escritos, pág. 87.
Os apóstolos, conforme personificam esses espíritos de mentira, são apresentados contradizendo o que escreveram, sob a inspiração do Espírito Santo, quando estavam na Terra. Negam a origem divina da Escritura Sagrada. O Grande Conflito, pág. 557.
Mediante os dois grandes erros - a imortalidade da alma e a santidade do domingo - Satanás há de enredar o povo em suas malhas. Enquanto o primeiro lança o fundamento do espiritismo, o último cria um laço de simpatia com Roma. O Grande Conflito, pág. 588.
Levantar-se-ão pessoas pretendendo ser o próprio Cristo e reclamando o título e culto que pertencem ao Redentor do mundo. Efetuarão maravilhosos prodígios de cura, afirmando terem recebido do Céu revelações que contradizem o testemunho das Escrituras. ...
Mas o povo de Deus não será desencaminhado. Os ensinos deste falso cristo não estão de acordo com as Escrituras. Sua bênção é pronunciada sobre os adoradores da besta e de sua imagem, a mesma classe sobre a qual a Bíblia declara que a ira de Deus, sem mistura, será derramada. O Grande Conflito, págs. 624 e 625.
Falsos Reavivamentos
Vi que Deus tem filhos honestos entre os adventistas nominais e as igrejas caídas, e antes que as pragas sejam derramadas, ministros e povo serão chamados a sair dessas igrejas e alegremente receberão a verdade. Satanás sabe disto, e antes que o alto clamor da terceira mensagem angélica seja ouvido, ele suscitará um despertamento nessas corporações religiosas, a fim de que os que rejeitaram a verdade pensem que Deus está com eles. Primeiros Escritos, pág. 261.
Antes de os juízos finais de Deus caírem sobre a Terra, haverá, entre o povo do Senhor, tal avivamento da primitiva piedade como não fora testemunhado desde os tempos apostólicos. ... O inimigo das almas deseja estorvar esta obra; e antes que chegue o tempo para tal movimento, esforçar-se-á para impedi-la, introduzindo uma contrafação. Nas igrejas que puder colocar sob seu poder sedutor, fará parecer que a bênção especial de Deus foi derramada; manifestar-se-á o que será considerado como grande interesse religioso. ...
Há um excitamento emotivo, mistura do verdadeiro com o falso, muito apropriado para transviar. Contudo, ninguém necessita ser enganado. À luz da Palavra de Deus não é difícil determinar a natureza destes movimentos. Onde quer que os homens negligenciem o testemunho da Escritura Sagrada, desviando-se das verdades claras que servem para provar a alma e que exigem a renúncia de si mesmo e a do mundo, podemos estar certos de que ali não é outorgada a bênção de Deus. O Grande Conflito, págs. 464 e 465.
Livro Eventos Finais pag 155 a 158

Por Joshua Soares Silva

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Rio de Janeiro registra primeira união estável entre três mulheres

Há pouco mais de uma semana, o Brasil registrou sua primeira união estável entre três mulheres. O local escolhido para a formalização foi o 15º Ofício de Notas do Rio, localizado na Barra da Tijuca, zona oeste. De acordo com o Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), este é o segundo trio que declara oficialmente uma relação. O primeiro caso aconteceu em Tupã, no interior de São Paulo, em 2012. Na ocasião, um homem e duas mulheres procuraram um cartório para registrar a relação. Com medo de serem hostilizadas, as três mulheres preferiram não dar entrevista. De acordo com a tabeliã Fernanda de Freitas Leitão, que celebrou a união, o fundamento jurídico para a formalização desse tipo de união é o mesmo estabelecido na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2011, ao reconhecer legalmente os casais homossexuais. “Não existe uma lei específica para esse trio, tampouco existe para o casal homoafetivo. Isso foi uma construção a partir da decisão do STF, que discriminou todo o fundamento e os princípios que reconheceram a união homoafetiva como digna de proteção jurídica. E qual foi essa base? O princípio da dignidade humana e de que o conceito de família é plural e aberto. Além disso, no civil, o que não está vedado, está permitido”, explicou a tabeliã.

O presidente do IBDFAM, Rodrigo Pereira, declarou que a relação entre três pessoas é reconhecida quando for caracterizada como núcleo familiar único. “Essas três mulheres constituíram uma família. É diferente do que chamamos de família simultânea (casais homo ou heterossexuais). Há milhares de pessoas no Brasil que são casadas, mas têm outras famílias. Esses são núcleos familiares distintos. Essas uniões de três ou mais pessoas vivendo sob o mesmo teto nós estamos chamando de famílias poliafetivas”, afirmou Pereira.

Por lei, uma mesma pessoa não pode se casar com outras duas [por enquanto...]. Mas o caso do trio é diferente por ser visto como uma união única.

Além da união estável em si, as três mulheres fizeram testamentos patrimoniais e vitais. O próximo passo delas é gerar um filho por meio de inseminação artificial. Por isso, a declaração da relação foi acompanhada dos testamentos, que estabelecem a divisão de bens e entregam para as parceiras a decisão sobre questões médicas das três cônjuges. [...]

Pereira explica que todos os direitos concedidos aos casais com união estável devem ser garantidos ao trio de mulheres. “A proteção legal deve ser a mesma. Ainda não tem jurisprudência, porque isso está começando. Isso é novo para o Direito, mas não tem uma verdade única. A família é um elemento da cultura, sofre variações”, completou. [...]

(JusBrasil)

Nota: Não, a família não é um “elemento da cultura”. O conceito de família e de casamento – a união monogâmica entre um homem e uma mulher – vem do relato da criação, em Gênesis. Quando esse relato passou a ser visto paulatinamente como um mito, uma alegoria (mesmo por pessoas e igrejas que dizem seguir a Bíblia), estava preparado o caminho para a dissolução do conceito bíblico de casamento. Uma vez que o “casamento” de pessoas do mesmo sexo foi aprovado, não mais haverá impedimentos morais (e logo, logo legais) para situações que envolverem poligamia, incesto (duvida?) e, por que não, até zoofilia. Abriram a porta, agora não tem como segurar o que passar por ela. Ao abandonar a visão criacionista das origens, a humanidade destruiu os fundamentos morais e teológicos sobre os quais deveria estar fundada. Além do casamento, o sábado, memorial da criação, também tem sido relido à luz da teologia liberal e do paganismo. Tivesse sempre sido guardado por todos os cristãos, quem sabe essa situação toda fosse diferente hoje. [MB]


Fonte: O Estadão.

Bem, estamos vivendo o mesmo período antes do diluvio: Veja o que acontecia:
Genesis: 4:19 (E disse Lameque a suas mulheres Ada e Zilá)
Levitico: 18:22 a 30 (Com homem não te deitarás, como se fosse mulher;... Nem te deitarás com um animal, para te contaminares com ele; nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; confusão é...Por isso a terra está contaminada; e eu visito a sua iniqüidade, e a terra vomita os seus moradores.... Porque todas estas abominações fizeram os homens desta terra, que nela estavam antes de vós; e a terra foi contaminada.
Para que a terra não vos vomite, havendo-a contaminado, como vomitou a nação que nela estava antes de vós.
Porém, qualquer que fizer alguma destas abominações, sim, aqueles que as fizerem serão extirpados do seu povo.
Portanto guardareis o meu mandamento, não fazendo nenhuma das práticas abomináveis que se fizeram antes de vós, e não vos contamineis com elas. Eu sou o Senhor vosso Deus.

Por Joshua Soares


Faculdades devem respeitar sábado de alunos adventistas



O juiz David de Oliveira Gomes Filho, da Segunda Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, decidiu que seja respeitada a liberdade religiosa dos alunos da Faculdade Mato Grosso do Sul (FACSUL) e da Faculdade Campo Grande (FCG) que, em razão de crença, não podem frequentar aulas no sábado e alegavam ser prejudicados com faltas e nas avaliações. A Ação Civil Pública foi ajuizada pela seccional da OAB/MS em 2012, assinada pelo então presidente Leonardo Avelino Duarte. Os alunos procuraram a OAB para buscar a garantia de seus direitos. De acordo com Avelino Duarte, se buscou a garantia da realização de obrigações acadêmicas de maneira alternativa, sendo aplicadas nos outros dias da semana tendo como base a Lei Estadual nº 2.104/00, que assegura ao aluno requerer à instituição de ensino, públicas ou privadas, que lhe sejam aplicadas provas ou trabalhos acadêmicos em dias não coincidentes com o período de guarda religiosa.

As instituições de ensino alegam que não poderiam mudar a grade curricular e cronograma de atividades em razão da fé dos acadêmicos, pois ao ingressarem na faculdade estariam de acordo com o regimento da instituição superior de ensino. No entanto, um parecer do Ministério Público Estadual recomenda que a FACSUL e a FCG têm obrigação constitucional de respeitar a liberdade de crença “dos seus acadêmicos, em especial aqueles que guardam o pôr do sol de sexta até o pôr do sol de sábado por serem adeptos da religião Adventista do Sétimo Dia”.

Com a decisão, os alunos sabatistas terão abono das faltas e a universidade deverá oferecer atividades em datas alternativas para os acadêmicos que justificarem a transferência da data por razão de crença religiosa. Não foi concedida a aplicação de nenhuma multa para as duas faculdades.


Postado por: Bíblia e a Ciência - 22 de outubro de 2015
Mais uma vitória de Deus na vida de nossos irmãos academicos.

Lutando pela vida * Michael Schumacher


A família de Michael Schumacher já gastou mais de 10 milhões de libras (cerca de R$ 43 milhões) no tratamento do ex-piloto de fórmula 1, desde que ele sofreu o acidente de ski nos Alpes franceses há 14 meses. O montante, estimado por médicos próximos à família, foi revelado pelo jornal britânico Daily Express. A despeito de todos os esforços, a família e os amigos ainda não têm nenhuma garantia mais contundente de que o atleta de 46 anos irá voltar um dia a ter uma vida normal. Uma pessoa próxima à família disse ao jornal: "O progresso é dolorosamente devagar. Não há milagre no horizonte". 
Como já havia sido revelado anteriormente, a família montou uma verdadeira estrutura para receber o astro em sua mansão suíça - com diversas adaptações e novas instalações. As mais recentes informações sobre o estado de saúde de Schumacher dão conta que ele permanece "muito limitado mentalmente" e que ainda não é capaz de andar. 
Ele está sob os cuidados de um time de 15 médicos, liderados pelo professor Jean-Francois Payen, que foi quem operou sua cabeça lecionada após o acidente, ocorrido em dezembro de 2013. Uma das maiores dificuldades em todo o tratamento para o médico, segundo o jornal, é lidar com a constante e ansiosa expectativa da mulher Corinna e dos filhos do piloto, Mick,15, e Gina-Maria, 17.

"O que tortura os fãs é exatamente o mesmo que tortura a família - o progresso é devagar, o progresso é incerto", disse Peter Hamlyn, neurologista e especialista em lesões na cabeça causada por alguma prática esportiva. Hamlyn cuidou do boxeador Michael Watson, após ele sofrer uma grave lesão durante uma luta com Briton Chris Eubank em 1991. O tratamento foi bem-sucedido. "Os primeiros meses depois da lesão são dominados por uma questão de sobrevivência. Gradualmente, à medida que as semanas e meses vão passando essa questão vai se transformando em dúvidas sobre a qualidade da sobrevivência do paciente", afirmou ao jornal.

No caso de Schumacher, nos seis primeiros meses após o acidente ele ficou em coma induzido e, recentemente, entrou em nova fase do tratamento. O professor Payen afirmou ao Daily Express que mantém profunda admiração pela esposa do piloto, que está na linha de frente do tratamento: "Ela tem exibido em todos os sentidos uma força de vontade excepcional. Ela sabia da gravidade da situação e do longo caminho que está por vir. Mas ela olha as coisas de modo muito claro e faz todos os esforços que pode para ajudar a melhorar a condição do seu marido". 
Reflexão:
A nossa vida é assim, uma hora tudo e glórias, conquistas, festas, viagens, riquezas em fim... E ainda ouço as pessoas dizerem: "Viva a vida profundamente, curta o que ela tem de bom para nos oferecer, eu sou feliz neste mundo e nada pode me tirar essa felicidade"
 Mais o que é ser feliz neste mundo? O que adianta o homem ganhar tudo e no final perder a preciosa vida?
Observou o que foi dito acima? "O progresso é dolorosamente devagar. Não há milagre no horizonte".