quarta-feira, 4 de junho de 2014

Sou eu um membro da Tribo de Dã?



Ilustração: Explicação sobre os 144 mil.

Introdução: Apocalipse 7:4

No registro das tribos encontradas em apocalipse 7, a última vez em que se menciona as 12 tribos na Bíblia, o relato fala dos 144.000, um grupo especial, que venceram todas as suas batalhas, são irrepreensíveis, derrotaram satanás e seus anjos.

Apocalipse 7:9
Características das Tribos:Havia entre o grupo dos 144.000, representantes de todas as tribos de Israel. Aí encontramos:
• Ruben tendo vencido todas as suas fraquezas,
• Simeão e Levi neste tempo já estão com a vida transformada.
• Judá estava reconciliado com seus irmãos.
• Issacar e Zebulon estão em seus lugares.
• Quando chamados ali respondem Gade, Aser, Naftalí juntamente com manasses e Benjamim.

Comentário: Todos têm uma historia, de lutas e vitórias, fracassos e sucessos, mas enfim, pelo sangue de Jesus venceram estes os que lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro.

Ausência da Tribo de Dã
Ao fazermos uma leitura mais detalhada, percebemos algo interessante, existe entre os filhos de Jacó, uma ausência, uma das tribos não é mencionada em apocalipse, e esta é a tribo de Dã.

Relato Histórico da Tribo de DãEm Gênesis 49, Jacó chama seus filhos e dá a eles as ultimas orientações, ali encontramos a tribo de Dã. O profeta Ezequiel no capítulo 48 ao relatar as terras que cada tribo recebeu menciona Dã recebendo sua porção.

Mas entre o tempo de Ezequiel e o tempo em que João, algo aconteceu fazendo com que Dã excedesse em impiedade os demais irmãos, as demais tribos, a ponto de ser excluído de seus irmãos e excluído da herança eterna.

Perguntas para ConsiderarMas o que será que ocorreu de tão terrível que deixou Dã e seus membros fora do Céu? O que será que eles fizeram de tão abominável aos olhos de Deus que os deixou fora do lar celestial?

EXPLICANDO:

Gen. 49:1 e 2

• Jacó chama seus filhos,
• Dá a cada um deles uma benção e lhes faz saber algumas coisas que ocorreriam no futuro
• Tentar preveni-los de errarem.
• Começa com Ruben, Ruben meu filho você..., Simeão..., Leví..., Até chegar no V. 16 em Dã. Dã será a tribo que julgará seu povo.

Grande Elogio foi dado a Dã!
Ter a capacidade de fazer juízo, ser aquele que deveria julgar. Que valioso dom, pois é preciso muita capacidade para ser juiz. Isto exige uma penetrante visão da natureza humana com toda sua complexidade, exige uma exata percepção do certo e do errado, é necessário juízo equilibrado.

Nenhum Rubem poderia entrar aí, nenhum apaixonado Simeão, nenhum tardio Issacar. Dã sobressai a todos eles, perspicaz, varonil, alerta.

Dã deveria ter se tornado um colaborador de seus irmãos, deveria ser uma poderosa força para o bem em Israel.

O Problema da Tribo de Dã.Virtude ou problema? Gen. 49: 17

Comentário: Faça em sua mente o seguinte quadro: uma pessoa em seu cavalo passando por um caminho envolvido de arbustos, no meio destes arbustos está uma serpente à espreita, só esperando o cavalo passar, então salta, morde o calcanhar do cavalo, fazendo-o empinar e atirando o cavaleiro para trás ferindo-o profundamente, talvez até matando.

O grande problema de Dã, foi não ter seguido o plano de Deus, e desviado de Sua vontade.

Por que ficaram fora do Céu?
1. Falso testemunho.
2. Mordiam por trás querendo aparentemente ajudar.
3. Levantavam boatos, falavam sem ter certeza, se o fato era ou não verdade.

É o terrível pecado do mexerico, da calúnia, da difamação.

Fico a pensar:
Será que eu não faço parte da tribo de Dã?
Será que não estou envolvido em alguns destes erros?


GERALMENTE:
• O irmão Danita não tem a real noção de quem é, e dos inúmeros erros que tem.
• Não conseguimos fazer uma análise de nós mesmos e perceber que temos maiores erros.

Mateus 7:3-5.

Argueiro é um pequeno cisco, trave é um grande pedaço de madeira.

O IRMÃO E A IRMÃ DANITA, AO JULGAR OS OUTROS:
• Aumentam seus defeitos • Diminuem suas virtudes.
• Comigo tudo bem, com os outros tudo mau. Isto não é nada mais nada menos que orgulho próprio em dose concentrada.

Ex: FARISEU X PUBLICANOFariseu: graças a Deus porque não sou como os demais membros da minha igreja, graças a Deus que não tenho os pecados do irmão A, B, ou C têm. Graças a Deus, pois sou melhor que eles. Em outras palavras: comigo tudo bem com eles tudo terrível.

Este tipo de cristão que faz parte dos Danitas, ao agir desta forma se coloca totalmente fora do alcance da possibilidade de arrependimento e obstrui o trabalho do Espírito Santo, pois o Espírito Santo não trabalha em corações de homens e mulheres mordazes. E quão terrível é alguém não ter em sua vida o Espírito Santo.

A Grande tragédia dos discípulos de DãA grande tragédia é que o irmão Dã vai se perder, mas o pior é que não vai sozinho, pois levará outros a se perderem por sua influencia maléfica. É por isso irmãos que Deus é tão severo e não tolera este pecado.

I Cor. 6:9 e 10, A Bíblia é clara sem mais palavras.

O QUE É UM MALDIZENTE?
É um boateiro, pessoa de língua solta. É aquele que na frente sorri, mas nas costas fala mal a nosso respeito. Paulo o coloca entre os principais pecados e diz que nenhum que esteja nele envolvido herdará o céu! Maldizente é o explorador de escândalos.

Em Descompasso com a Multidão

Meditações Diárias 2014 – 4 de junho – Ligado na Videira


O rei Nabucodonosor fez uma imagem de ouro [...]Qualquer que se não prostrar e não a adorar será, no mesmo instante, lançado na fornalha de fogo ardente. Daniel 3:1, 6
A estátua de ouro, no capítulo três de Daniel, segue a história do sonho do rei Nabucodonosor, no capítulo anterior. Você se lembra do sonho sobre a grande estátua e da interpretação divina de que Babilônia seria apenas a cabeça de ouro? O capítulo dois do livro termina com Nabucodonosor reconhecendo que o Deus de Daniel é o “Senhor dos reis, e o revelador de mistérios” (Dn 2:47). No terceiro capítulo, o ambiente é outro. Segundo alguns, dezoito anos haviam se passado. Outros pensam que haviam transcorrido de cinco a seis anos. O que fica claro é que a impressão anterior de Deus havia se desvanecido da consciência do rei. Permanecera apenas a perturbadora memória da natureza temporária de seu reino.
A interpretação divina do sonho assegurava que Babilônia era apenas a cabeça de ouro, sucedida por outros reinos, simbolizados por outros metais inferiores. A imagem erguida na planície de Dura, contudo, era toda de ouro, da cabeça aos pés, indicando a rebelião de Nabucodonosor contra o decreto do Altíssimo. O rei estava determinado a fazer seu império durar para sempre. Que extraordinária representação da natureza humana, que facilmente se esquece das impressões feitas por Deus! A aceitação da verdade divina hoje não garante que amanhã não voltemos às antigas atitudes.
A ordem do rei era clara: todos deveriam se ajoelhar ao som da música.
A fornalha ardente era visível à multidão reunida na planície como instrumento de intimidação. Apocalipse 13:11-18 usa os elementos de Daniel 3 para ilustrar um teste universal sobre a questão da lealdade no clímax da história. Novamente “Igreja e Estado” se unirão para forçar o culto idólatra: a adoração da besta e de sua imagem. Na planície de Dura, todos se ajoelharam. Todos menos três hebreus, que permaneceram de pé. Vivemos na época do comportamento globalizado e da conformidade universal. Costuma-se fazer o que todos fazem e pensar como todos pensam. Esse é o poderoso instrumento de Babilônia, tanto antiga quanto moderna. Aproxima-se o tempo quando o Senhor espera que novamente Seus seguidores desafiem as forças do engano que estarão unidas em desafio a Deus. Três homens não se curvaram, não se dobraram nem se deixaram intimidar. Eles também não se queimaram! (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
Cristianismo Moderado? – Meditações Diárias 2014 – 5 de junho – Ligado na Videira
Assim também vós, depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer. Lucas 17:10
Moderação em termos de crescimento espiritual não é virtude cristã. Foi a filosofia grega que supervalorizou os méritos da “moderação”, não o cristianismo. Conforme o teólogo escocês Peter Taylor Forsyth observou: “Não há excesso em amar a Deus. Não há excesso em crer nEle. Não há excesso na santidade. Verdadeira fé nEle é sempre imoderada e absoluta.” Isso significa que não há limites para nosso compromisso e dedicação a Jesus Cristo. Estaremos sempre aquém em amá-Lo, conhecê-Lo, crer nEle e servi-Lo. Sempre aquém, ainda, em nossa resposta ao Seu convite à santidade. Em outras palavras, haverá sempre “muita terra para ser conquistada”.
O erro perfeccionista não é ser radical, mas não ser radical o bastante, e contentar-se com muito pouco. Perfeccionistas, por causa de sua compreensão superficial de pecado, facilmente se sentem “triunfantes e vitoriosos”. Cometem o engano de se julgarem espiritualmente superiores, vítimas da síndrome do “já alcancei”. Concluem que, em algum momento, alcançarão um estágio de impecaminosidade absoluta e serão tão santos que não mais precisarão de Cristo. O perigo dessa atitude é que aqueles infectados por ela tornam-se inconscientes da malignidade do mal radicado dentro deles.
Entender que não há limite para nossa consagração a Ele abre espaço para a humildade e a despretensão. A consciência da graça ajuda-nos a entender que não merecemos nenhum tratamento especial. Continuamos “servos inúteis”. Isso também nos ajuda a ver que, quando julgamos estar alcançando o alvo, este se projeta para mais distante. Assim, o avanço deve ser permanente, sem nenhuma bandeira de chegada para ser agitada. Como Ellen White indica, o eco da voz divina chega a nós dizendo “mais alto”. Qual deve ser nossa resposta? “Mais alto ainda, Senhor.” Tal atitude torna difícil cairmos na armadilha do “cristianismo moderado”, que se satisfaz com muito pouco.
Observe: o alvo do crescimento cristão não é determinado por qualquer agenda perfeccionista, com motivações falsas. Foi Jesus quem estabeleceu o cenário para a resposta cristã radical, que nos convida a tomar a cruz e morrer diariamente. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
Escolhas – Meditações Diárias 2014 – 6 de junho – Ligado na Videira
Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência. Deuteronômio 30:19
Todos nós reconhecemos o valor e a importância das escolhas. O que esquecemos, em geral, é o fato de que as pequenas escolhas condicionam as grandes. Além disso, a sequência das escolhas determina a direção da vida.
Se você deseja ir para o norte, não se chega lá fazendo escolhas na direção do sul, seguindo precisamente para o sentido oposto. Essa verdade é muito simples, mas crucial. Muitos julgam que chegarão a determinado propósito, seja ele a felicidade no casamento, a realização profissional, um curso de estudos, uma vida saudável ou o objetivo maior de todo verdadeiro cristão, a vida eterna, simplesmente por “desejarem” chegar lá. Porém, o desejo não se realiza independentemente de nossas decisões diárias e da direção adotada.
Medite na realidade do seguinte texto: “Podem-se tomar num momento decisões que determinem a condição de uma pessoa para sempre. [...] Por um ato momentâneo da vontade podeis colocar-vos no poder de Satanás; será preciso, porém, mais que um momentâneo ato da vontade para quebrar-lhe as cadeias e atingir uma vida mais alta e santa. Pode-se formar o desígnio, começar a obra, mas sua realização requererá labuta, tempo e perseverança, paciência e sacrifício. O homem que se afasta de Deus deliberadamente em plena luz verificará, quando desejar voltar, que cresceram cardos e espinhos na senda a palmilhar e ele não precisa se surpreender nem desanimar se é compelido a caminhar longamente com os pés dilacerados e a sangrar” (Ellen G. White, Minha Consagração Hoje, p. 322).
Tenho observado com frequência a realidade do que aí está dito. Ao longo da vida, tenho visto pessoas que por uma única escolha definiram uma direção e, no caminho, os obstáculos se avolumaram, fazendo do percurso de volta um trajeto de elevado custo pessoal. “Voltar é muito difícil”, dizia-me um amigo, depois de muitos anos de afastamento de Deus. Tenho ouvido outros dizerem: “Esta não era minha intenção. Nunca planejei chegar a este ponto.” O problema é que não são as intenções, mas as escolhas que determinam os resultados. As escolhas, em geral, seguem as mesmas leis da agricultura: (1) colhemos o que plantamos; (2) colhemos num outro tempo; (3) colhemos muito mais do que semeamos.

A Arrogância Precede a Ruína

Meditações Diárias 2014 – 2 de junho – Ligado na Videira


Porém o rei Ezequias e Isaías, o profeta, filho de Amoz, oraram [...] e clamaram ao céu. 2 Crônicas 32:20
Senaqueribe não tinha qualquer dúvida de sua vitória. Em tom arrogante, Ele mandava recados por seus oficiais: “Nenhum deus de nação alguma, nem de reino algum pôde livrar o seu povo, [...] quanto menos vos poderá livrar o vosso Deus” (2Cr 32:15). Em sua carta, afirmava: “Assim como os deuses das nações, [...] também o Deus de Ezequias não livrará o seu povo das minhas mãos” (v. 17). Porém, Ezequias, o grande reformador, sabia que “há Alguém maior” (v. 7), muito superior a Senaqueribe. O “Golias” assírio não estava enfrentando um hebreu qualquer. “Com ele está o braço de carne, mas conosco, o Senhor, nosso Deus” (v. 8).
Cego pela arrogância, Senaqueribe e seus generais desconheciam os infinitos recursos do Deus de Judá. Eles haviam destruído os impotentes deuses das outras nações, mas aqueles eram meros ídolos. Mesmo a derrota de Samaria não servia de evidência, porque o reino do norte fora destruído primariamente por sua apostasia e infidelidade. Assim, as vitórias anteriores da Assíria não provavam nada. Senaqueribe agora lutava contra o Deus verdadeiro. Ezequias e Isaías subiram ao templo. Eles oraram pela intervenção divina. Nós sabemos que “a oração é a solução de todos os problemas”. Ezequias agiu como uma criança que leva seu brinquedo partido ao pai para ser consertado. Ele levou seus receios à presença dAquele que comanda o Universo.
O desfecho da história do confronto entre Senaqueribe e Ezequias é formidável. Em resposta à oração, “o Senhor enviou um anjo que destruiu todos os homens valentes, os chefes e os príncipes no arraial do rei da Assíria; e este, com o rosto coberto de vergonha, voltou para a sua terra. Tendo ele entrado na casa de seu deus, os seus próprios filhos ali o mataram à espada” (2Cr 32:21). Todo o exército da Assíria foi desbaratado por um único anjo. Senaqueribe voltou para a Assíria humilhado e, ironicamente, morreu na casa do seu deus, em vergonha.
Está você olhando ao redor e não consegue ver nenhuma solução? Não se deixe abater. Lembre-se, um único anjo liquidou o poder do inimigo. E Deus estaria disposto, se necessário, a enviar todos os anjos do Céu em seu socorro. Em Deus encontramos toda a proteção para nossas lutas. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
Cartas Perante o Senhor – Meditações Diárias 2014 – 3 de junho – Ligado na Videira
Tendo Ezequias recebido a carta das mãos dos mensageiros, leu-a; então, subiu à Casa do SENHOR, estendeu-a perante o SENHOR. 2 Reis 19:14
Antes de chegar a Jerusalém, Senaqueribe havia conquistado as maiores cidades de Judá. Agora, tendo sitiado Laquis, uma das últimas fortalezas, ele envia oficiais a Jerusalém com uma devastadora mensagem para o povo: “Em que confiais? [...] Acaso não vos incita Ezequias, para morrerdes à fome e à sede, dizendo: O Senhor, nosso Deus, nos livrará das mãos do rei da Assíria?” (2Cr 32:10, 11). Ele busca uma rendição fácil.
A estratégia psicológica é perfeita. Em ameaça, Senaqueribe reconta a história. As chances, as aparências e as possibilidades estão ao seu lado. Ele tem maior exército. Sua máquina militar, além de vantagem numérica, tem mais recursos. O prestígio dos sucessos anteriores dão a ele e às suas tropas a impressão de invencibilidade. Em sua arrogância, o rei assírio relembra: “Não sabeis vós o que eu e meus pais fizemos a todos os povos das terras? Acaso, puderam, de qualquer maneira, os deuses das nações daquelas terras livrar o seu país das minha mãos?” (v. 13). Em outras palavras: “Quem é o Deus que poderá livrar vocês das minhas mãos? Olhem o que aconteceu aos outros povos!”
O texto bíblico acrescenta outro elemento ao cerco de Senaqueribe: “Senaqueribe escreveu também cartas, para blasfemar do Senhor, Deus de Israel, e para falar contra Ele, dizendo: Assim como os deuses das nações de outras terras não livraram o Seu povo das minhas mãos, assim também o Deus de Ezequias não livrará o Seu povo das minhas mãos” (2Cr 32:17). E você, já recebeu cartas do inimigo? Elas vêm de muitas formas: crises familiares, traumas em relacionamentos, o cerco de enfermidades, perda de um ente querido, falta de recursos, perda de um amor, acusações e críticas injustas.
Você já recebeu cartas dos “senaqueribes” da vida? Essas mensagens repetem em coro: “Quem é o Deus que pode livrá-lo?” A reação de Ezequias é extraordinária: “Tendo Ezequias recebido a carta das mãos dos mensageiros, leu-a; então, subiu à Casa do Senhor, estendeu-a perante o Senhor”
(2Rs 19:14). Ezequias olha para além de seu trono e do trono de Senaqueribe. Volta sua atenção para Deus, “entronizado acima dos querubins” (v. 15). Pela fé, ele entra na presença do Deus infinito, com a carta do inimigo nas mãos. Ali ele entende o tamanho minúsculo do problema diante da grandeza do Altíssimo.

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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Sabado de Bençãos

  A Obediência é um Privilégio 
    "Se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." II Cor. 5:17. 
    Pode alguém não ser capaz de dizer exatamente a ocasião ou lugar de sua conversão, nem seguir toda a cadeia de circunstâncias no seu processo; mas isto não prova que essa pessoa não seja convertida. Cristo disse a Nicodemos: "O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito." João 3:8. Como o vento, que é invisível, mas cujos efeitos se podem claramente ver e sentir, assim é o Espírito de Deus em Sua obra no coração humano. Essa virtude regeneradora que nenhum olho humano pode ver, gera na alma uma vida nova; cria um novo ser, à imagem de Deus. Conquanto a obra do Espírito seja silenciosa e imperceptível, seus efeitos são manifestos. Se o coração foi renovado pelo Espírito de Deus, a vida dará testemunho desse fato. Se bem que nada possamos fazer para mudar o coração ou pôr-nos em harmonia com Deus; se bem que não devamos absolutamente confiar em nós mesmos ou em nossas boas obras, nossa vida revelará se a graça de Deus está habitando em nós. Ver-se-á mudança no caráter, nos hábitos e atividades. Será claro e positivo o contraste entre o que foram e o que são. O caráter se revela, não por boas ou más ações ocasionais, mas pela tendência das palavras e atos costumeiros. 

C.C pg 57

terça-feira, 27 de maio de 2014

Atos dos Apostolos

 Uma Advertência Contra a Hipocrisia 
    Ao proclamarem os discípulos as verdades do evangelho em Jerusalém, Deus deu testemunho de sua Palavra e uma multidão creu. Muitos desses primeiros crentes foram imediatamente separados da família e dos amigos pelo zeloso fanatismo dos judeus, sendo portanto necessário prover-lhes alimento e abrigo. 
    O relato declara: "Não havia pois entre eles necessitado algum." Atos 4:34. E diz como as necessidades eram supridas. Aqueles dentre os crentes que tinham dinheiro e bens, alegremente sacrificavam-nos para socorrer na emergência. Vendendo suas casas ou suas terras, eles levavam o dinheiro e o depositavam aos pés dos apóstolos. "E repartia-se por cada um, segundo a necessidade que cada um tinha." Atos 4:35. 

    Esta liberalidade da parte dos crentes foi o resultado do derramamento do Espírito. "Era um o coração e a alma" (Atos 4:32) dos conversos ao evangelho. Um comum interesse os guiava - o êxito da missão a eles confiada; e a avareza não tinha lugar em sua vida. Seu amor aos irmãos e à causa que haviam abraçado, era maior do que o amor ao dinheiro e às posses. Suas obras testificavam que eles tinham a salvação dos homens em maior apreço que as riquezas terrestres. 
    Assim será sempre, quando o Espírito de Deus toma posse da vida. Aqueles cujo coração transborda do amor de Cristo, seguirão o exemplo dAquele que por amor de nós, Se tornou pobre, para que por Sua pobreza enriquecêssemos. Dinheiro, tempo, influência - todos os dons que receberam das mãos de Deus - só serão por eles apreciados quando usados como meio de fazer avançar a obra evangélica. Assim foi na igreja primitiva; e, ao ver-se na igreja de hoje que, pelo poder do Espírito os membros retiraram suas afeições das coisas do mundo, e se dispõem a fazer sacrifícios a fim de que seus semelhantes possam ouvir o evangelho, as verdades proclamadas terão poderosa influência sobre os ouvintes. 

Terra Santa: Visita do Papa vai incitar à unidade



Jerusalém, 28 mar 2014 (Ecclesia) - O patriarca latino de Jerusalém, D. Fouad Twal espera que a visita do Papa à Terra Santa entre 24 e 26 de maio sirva para “incitar a uma maior unidade” de forma a “ultrapassar as barreiras do ódio”.
“Temos esperança de que o Papa nos incite a uma maior unidade, de forma a que possamos ser mais corajosos para ultrapassarmos as barreiras do ódio e esperamos que saiba inspirar em todos nós uma maior solidariedade, particularmente para com os mais pobres e os que mais sofrem, estamos certos de que vai saber fortalecer-nos na alegria e na esperança”, disse o patriarca aos jornalistas, esta quinta-feira, depois de conhecida a agenda da visita do Papa.
O responsável católico revelou que todos “esperam com impaciência o abraço do Papa ao patriarca ortodoxo de Constantinopla, Bartolomeu, assim como aos irmãos de Jerusalém: o patriarca grego ortodoxo Teófilo e o patriarca arménio Noorthan e a todos os chefes das Igrejas cristãs”.
A visita é vista como um momento determinante para a aproximação entre católicos, muçulmanos e judeus, a fim de se estabelecer um diálogo que permita a todos reconhecerem-se “enquanto filhos de Deus, para juntos trabalharem para trazer a justiça e a paz, o perdão e a reconciliação”.
D. Fouad Twal sublinha que o Papa Francisco vai “visitar três realidades políticas”, a Jordânia, a Palestina e Israel e em cada um desses países vai “ter encontros com os chefes de Estado, para os encorajar a governarem de forma justa em benefício de todos os cidadãos e a juntos trabalharem para ultrapassarem os obstáculos que se levantam no caminho do bem-estar e da prosperidade de todos”.
MD

Desanimado?

 Meditações Diárias 2014 – 27 de maio – Ligado na Videira
Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento. 1 Coríntios 1:26
Você está desanimado por sentir-se inadequado e incapaz para os propósitos de Deus em sua vida? Antes de desistir, pense na história das pessoas a seguir.
José era um sonhador inicialmente visto como um alienado. Moisés era “pesado de língua”. Davi não se ajustava à sua armadura. Abraão era muito velho. Miriã, dada à fofoca. Arão era muito tímido. Lucas não era da linhagem de Israel. Pedro era temperamental, agressivo, disfuncional e, às vezes, medroso. João gostava de resolver as coisas na base de “raios e trovões”. Noemi era viúva, além de amarga. Rute não tinha o pedigree adequado. Paulo tinha o gênio difícil. Jonas fugiu da missão. Marta era muito ocupada com os periféricos. Gideão e Tomé duvidavam diante das evidências. Salomão, às vezes, não vivia o que pregava. Marcos desistiu no meio de uma jornada missionária. Elias sofria de depressão e fugiu de uma mulher. Jeremias era muito negativo. Onésimo, além de escravo, era fugitivo. Zaqueu era desonesto. Timóteo, além de muito jovem, sofria de úlcera no estômago.
E Judas? Será que ele foi muito pior do que Pedro? Na noite em que Pedro também traiu a Jesus, facilmente teríamos dois suicidas, não fosse o olhar redentor da graça, voltado para ele. Qual a diferença entre Judas e Pedro? Judas não era íntegro. Resolveu se excluir, embora certamente houvesse perdão também para ele. Mesmo depois do beijo traidor, Jesus o chama de “amigo” (Mt 26:50), na tentativa de fazê-lo pensar e cair em si.
Não mencionei que Moisés também tinha o “estopim curto” e gostava de apresentar desculpas para se omitir ao chamado divino. E o que falar de Davi, com seu duplamente qualificado fracasso moral? A galeria dos “heróis” da fé é enorme. Contudo, diferentemente de outros “patrões”, o Senhor está mais interessado em sua disponibilidade do que em sua habilidade ou inabilidade. Afinal, se você se identifica com alguns desses “improváveis” da lista, lembre-se: Deus pode perdoar e habilitar você. Se Ele pôde usar esses “disfuncionais”, poderá usar você também